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Seaf lamenta morte de professor parceiro nas ações de políticas públicas da pasta

Nicolau Priante Filho desenvolvia atividades de destaques nas áreas da Agricultura Familiar e Economia Solidária
Luciana Cury | Seaf-MT

Nicolau Priante Filho era físico, casado com Josita Correto Priante, e pai de quatro filhos. - Foto por: Jornal Folha de São Paulo
Nicolau Priante Filho era físico, casado com Josita Correto Priante, e pai de quatro filhos.
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É com extremo pesar que a Secretaria de Estado de Agricultura Familiar e Assuntos Fundiários (Seaf) lamenta o falecimento de um dos seus grandes parceiros nas atividades de políticas públicas da Agricultura Familiar e Economia Solidária. Faleceu aos 67 anos nesta manhã de sexta-feira (04.05) o pesquisador e professor da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Nicolau Priante Filho. O velório começou às 15hs na sala Hortência, na Capela Jardins, em Cuiabá, e o enterro está previsto para ocorrer às 10hs de amanhã (05.05).

O secretário de Agricultura Familiar e Assuntos Fundiários, Corségio Ribeiro, destaca o empenho de Nicolau Priante na busca por soluções de problemas de empreendimentos econômicos solidários e no engajamento de pesquisas na área ambiental em Mato Grosso. “Devido á excelente atuação no campo da pesquisa, o senhor Nicolau ganhou diversos prêmios, como por exemplo o de 2004, do Prêmio FINEP Inovação Tecnológica no Centro Oeste, e o Prêmio Samuel Benchimol na categoria social, em 2005. Além disso tem seu nome conhecido nacionalmente por implantar no País a figura do pesquisador cooperado, que cria relações de confiança entre empresas, governo, universidades e comunidades carentes, pautando-se no desenvolvimento solidário”, comentou Corségio Ribeiro.

Nicolau Priante Filho era físico, casado com a professora Josita Correto Priante, e pai de quatro filhos. Nasceu em Jacareí (SP) e se formou pela Universidade de São Paulo (USP). Ele foi um dos engajadores da Cooperativa de Pescadores e Artesãos de Pai André e Bom Sucesso (Coorimbatá), que atua com unidades produtivas de frutas, peixes e húmus de minhoca. Seu belo trabalho em atividades de pesquisa na Coorimbatá beneficiou desde 1997 mais de 5.600 pessoas, gerando alternativas de rendas para comunidades com baixo poder aquisitivo, sobretudo na Baixada Cuiabana.