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Estado ofertará linha de crédito específica para feirantes

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Seaf MT - Foto por: Seaf MT
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O Governo do Estado, por meio da Agência de Fomento, ofertará uma linha de crédito específica para o feirante, com condições ao pequeno empreendedor para adequar ou revitalizar a estrutura de venda nas feiras livres de Mato Grosso e fortalecer a agricultura familiar. O lançamento da linha de crédito será nesta segunda-feira (24.10), às 14h, no salão nobre Clóves Vetoratto, em Cuiabá.
O diretor de Desenvolvimento e Gestão da MT Fomento, João Paulo Fortunato, explica que o limite de crédito da linha Fazendo a Feira será de R$ 3 mil, com taxa de juros de 0,54%, prazo de até 24 meses para quitação e três meses de carência para iniciar o pagamento do empréstimo.
Podem ser beneficiadas pessoas físicas ou jurídicas que tenham pelo menos seis meses na atividade de feirante; estejam cadastradas na Secretaria de Trabalho e Desenvolvimento Econômico do seu município e não tenham restrições cadastrais.
A criação da linha de crédito é uma parceria entre as Secretarias de Estado de Desenvolvimento Econômico, de Agricultura Familiar (Seaf-MT), MT Fomento e prefeituras. A estimativa é beneficiar em torno de 1.400 feirantes no estado.
PROGRAMA PRÓ-LEITE
O governo estadual também se prepara o lançamento do Programa Pró-Leite, ação que busca fomentar a cadeia do leite no Estado, com foco especial em gerar renda aos pequenos produtores. O Gabinete de Desenvolvimento Regional (GDR) realizou um levantamento dos polos produtores e começará uma ação estratégica de fomento à produção.
“Dividimos o Estado em seis polos, onde está concentrada 100% da produção, com as cooperativas pequenas, médias e grandes empresas de laticínios. Fizemos um diagnóstico, separando a cada cinco ou dez municípios, onde o Governo vai desenvolver o trabalho melhorando a genética do rebanho, assistência técnica, desenvolvimento de pastagem e outras diretrizes”, explicou o secretário do GDR, Antonio Carlos Figueiredo Paz. O Pró-Leite deve ser lançado até o final do mês de novembro . “Vamos encontrar quais são as dificuldades, onde está o gargalo que segura a produção do leite, melhorando a qualidade dos laticínios e fortalecendo a cadeia do leite. Também vamos chamar a UFMT, Unemat, Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), Federação da Agricultura e Pecuária (Famato) e sindicatos rurais para nos ajudar, assim como as cooperativas e produtores”, explicou Antonio Carlos.
Para o secretário, fomentar a cadeia do leite iniciará um ciclo que ajudará no reequilíbrio econômico do Estado. “Estamos hoje em nono lugar no ranking nacional e objetivamos chegar a, pelo menos no sexto, até 2018. Se o pequeno produtor passar a produzir mais, isso reflete na arrecadação do Estado, melhora o IDH do município, além de gerar renda para as famílias. É um ciclo”, explica